domingo, 28 de novembro de 2010

- Eu quero que você morra!!

Ela me dizia pausadamente e com tanto gosto que parecia salivar, Sua fronte estava molhada, haviam lagrimas pretas saindo de seus olhos. Ela me dizia frequentemente coisas desse tipo, nunca respondi como ela merecia, na realidade eu nunca respondi, eu merecia esse tipo de tratamento, Eu era um completo cafageste.
Estávamos à meia luz, dentro de um quarto de motel no centro da cidade,  puxei a cadeira que estava solitária no canto da parede e sentei, acendi um cigarro. silencio se fez, pois só calado eu podia comtemplar aquela face chorosa, borrada e completamente linda. eu só conseguia pensar naqueles cabelos negros, tão escuros como imagino que um buraco negro seja, e eles puxavam meus olhos para aquela escuridão. seu corpo todo pedia por mim.

- Se voce quer tanto assim que eu morra... por que não faz isso com suas próprias mãos?

Ela revelou os olhos, até então escondidos por suas delicadas mãos. sorriu. correu com ódio até mim. Suas mãos vinham em direção ao meu pescoço e por impulso agarrei seus braços. ela se debateu. eu podia sentir sua raiva. seu corpo agora encostava no meu, quente, cheiroso, ela tinha um cheiro unico, maternal, do tipo que nunca se esquece.
Olhei brevemente seu rosto, a boca entreaberta mostrava os dentes, ela ría. uma risada maliciosa que se misturava às lagrimas escuras jorrando dos olhos.
Violentamente encoste-a na parede, ela olhava para baixo, depois olhou pra mim. olhou exatamente para minha alma.
Eu a beijei, e a coloquei de costas pra mim, o rosto contra a parede, segurando suas mãos juntas para traz, e ala me disse:

-Vai me bater agora? vai virar homem?

respondi:

-Não, vou fazer apenas o que voce merece!

 Ela vestia um vestido curto, preto, era sexy. Acariciei seu dorço, como se acaricia um gato. Ela estava silenciosa, apreenciva. desci com a mão por suas costas, até encostar em sua bunda. apalpei com vontade. Levantei o vestido até que pudesse ver a brancura de suas costas, Continuei acariciando suas costas e a bunda com minha mão direita. Peguei as mãos dela, apertei como se não quizesse mais soltar, coloquei-as para cima junto com as minhas. eu encostava meu rosto em sua nuca, roçava a barba em seu percoço. e ela estava gostando. Com as mãos dela ainda contra a parede, levante ainda mais o vestido, fitei sua calcinha, esta era preta, rendada. afastei-a para o lado e passei minha mão entre suas nadegas.
Abri o ziper da minha calça. meu pau estava duro. coloquei-o para fora. a calcinha ainda estava puxada para o lado. coloquei minhas mãos em sua cintura e puxei-a com violencia contra meu corpo. meu pau entrou e ela gemeu. ela estava quente, e toda molhada. tirei meu pau de dentro e outra vez coloquei-o com ainda mais força. agarrei seus cabelos com uma mão e a outra estava em sua cintura. ela gemia. gemia de uma forma tão gostosa o que me excitava ainda mais.
Eu batia em sua bunda e acariciava seus seios, eles eram volumosos e macios.
ela gemia como ninguem, transamos alí, de pé e encostados nas paredes vermelhas. nós gozamos ao mesmo tempo. foi bom e ao mesmo tempo pezaroso.

deitei na cama ainda arrumado, acendi outro cigarro enquanto tomava whisky, e ela se olhava no espelho do banheiro.  alguns minutos depois ela se virou, me olhou e riu, mas eu sabia que ela ñao estava feliz. ela veio em minha direção. sentou-se na beira da cama e me pediu um cigarro. eu dei. ela acendeu e por alguns instantes me olhou com ternura. mas ñao havia felicidade. eu amo esta mulher. não sei explicar de que modo ...
ficamos em silencio. terminou seu cigarro, estendeu o braço pedindo a bebida, deu um trago e me devolveu . disse:

-é muito triste. te amar... sabendo que tú dá pras tuas putas o carinho que elas não merecem... é triste ...
pegar as migalhas delas sabendo que tu me ama.

Ela pegou um cigarro. acendeu. bebeu o whisky em uma tragada só.
deitou do meu lado completamente nua e me beijou. fiz carinho em suas costas e ela dormiu logo em seguida.
Fiquei por horas olhando-a deitada em meu peito, dormindo , observando sua beleza tão de perto. eu não queria dormir e acordar sem ela. medo de que talvez ela pudesse se cansar e ir embora. e foi o que ela fez em uma bela manhã de Dezembro. e dessa vez ela partiu sem dizer nada. Nas outras vezes ela pelo menos me pedia para morrer, mal sabe ela que se  minha morte fosse faze-la realmente feliz. Eu morreria com prazer.