Sinto que é hora de mudar, como se fosse um ponto crucial da minha vida, tudo me pede pra mudar, fazer as coisas diferente, e acho que chegou a hora de atender esse pedido. Final de ano é sempre assim para a maioria das pessoas, bom, eu não me lembro nem do meu ultimo natal a maioria dos meus natais não foram memoráveis, é o de sempre, família junta, não que eu não goste, eu amo estar com as pessoas que eu amo, mas os últimos natais não foram os melhores sentimentalmente falando, passei o natal de 2008 embora eu não queira e nunca tenha admitido triste por causa de alguém... Que me pegou de surpresa indo viajar com outra garota, nós tínhamos terminado nosso namoro há dois dias (eu acho) e ele estava praticamente casando (embora tenha sido isso que aconteceu meses depois) bom isso não importa... Passei o ano novo pensando nele, e agora passou
O natal de 2009 passei com a minha família, viajando, longe de algumas pessoas que amo, e perto de outras, sinceramente não me lembro de nada muito especial, foi um natal bom, mas sem muitas recordações... Lembro-me que a maioria das pessoas estava contaminada com conjuntivite e eu e dois primos fomos os únicos que não pegamos isso foi hilário... Mas não me lembro de muita coisa, mas não esqueço da saudade, ah só de pensar me corta o coração, saudade da minha mãe e por incrível que pareça dos meus gatos, acho que eles são peças essenciais no meu existir, não que o restante da minha família não seja, amo a todos, mas minha mãe e o três são como se fossem partes de mm andando por ai, com vida própria, difícil de explicar e de entender. Não é o que eles são, nem o que representam e sim o que eles sentem. Sentia saudade do meu avô que havia falecido a pouco, até hoje sinto falta dele, mas digamos que foi um natal comum... Eu me sentia bem, mas um pouco vazia... Não me lembro do ano novo... lembro que 2009 foi o ano do vazio e eu não me apaixonei por ninguém...
E finalmente, depois de fins de ano assim, realmente preciso que esse seja diferente, quero estar com forças renovadas pra enfrentar os anos que valerão meu futuro... Acho que esse ano foi um marco na minha vida, aprendi tantas coisas, conheci meus limites, conheci pessoas e mais que tudo, me conheci.
19 dias para o natal... Eu nunca gostei de natal, datas comemorativas em geral, talvez por isso eu tenha perdido algumas coisas nessas datas, mas dessa vez eu sinto que tudo esta mudando ^.^ tenho apenas algumas ( uma ) pendência para resolver, não tenho fé de que dê certo, mas se não der... Vou viver um natal maravilhoso um ano novo maravilhoso, uma metamorfose ambulante maravilhosa...
Se eu pudesse pedir um presente de natal seria... Que esse fim de ano seja memorável, feliz, especial estando junto das pessoas que eu amo...
Letargia Crônica
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
domingo, 28 de novembro de 2010
- Eu quero que você morra!!
Ela me dizia pausadamente e com tanto gosto que parecia salivar, Sua fronte estava molhada, haviam lagrimas pretas saindo de seus olhos. Ela me dizia frequentemente coisas desse tipo, nunca respondi como ela merecia, na realidade eu nunca respondi, eu merecia esse tipo de tratamento, Eu era um completo cafageste.
Estávamos à meia luz, dentro de um quarto de motel no centro da cidade, puxei a cadeira que estava solitária no canto da parede e sentei, acendi um cigarro. silencio se fez, pois só calado eu podia comtemplar aquela face chorosa, borrada e completamente linda. eu só conseguia pensar naqueles cabelos negros, tão escuros como imagino que um buraco negro seja, e eles puxavam meus olhos para aquela escuridão. seu corpo todo pedia por mim.
- Se voce quer tanto assim que eu morra... por que não faz isso com suas próprias mãos?
Ela revelou os olhos, até então escondidos por suas delicadas mãos. sorriu. correu com ódio até mim. Suas mãos vinham em direção ao meu pescoço e por impulso agarrei seus braços. ela se debateu. eu podia sentir sua raiva. seu corpo agora encostava no meu, quente, cheiroso, ela tinha um cheiro unico, maternal, do tipo que nunca se esquece.
Olhei brevemente seu rosto, a boca entreaberta mostrava os dentes, ela ría. uma risada maliciosa que se misturava às lagrimas escuras jorrando dos olhos.
Violentamente encoste-a na parede, ela olhava para baixo, depois olhou pra mim. olhou exatamente para minha alma.
Eu a beijei, e a coloquei de costas pra mim, o rosto contra a parede, segurando suas mãos juntas para traz, e ala me disse:
-Vai me bater agora? vai virar homem?
respondi:
-Não, vou fazer apenas o que voce merece!
Ela vestia um vestido curto, preto, era sexy. Acariciei seu dorço, como se acaricia um gato. Ela estava silenciosa, apreenciva. desci com a mão por suas costas, até encostar em sua bunda. apalpei com vontade. Levantei o vestido até que pudesse ver a brancura de suas costas, Continuei acariciando suas costas e a bunda com minha mão direita. Peguei as mãos dela, apertei como se não quizesse mais soltar, coloquei-as para cima junto com as minhas. eu encostava meu rosto em sua nuca, roçava a barba em seu percoço. e ela estava gostando. Com as mãos dela ainda contra a parede, levante ainda mais o vestido, fitei sua calcinha, esta era preta, rendada. afastei-a para o lado e passei minha mão entre suas nadegas.
Abri o ziper da minha calça. meu pau estava duro. coloquei-o para fora. a calcinha ainda estava puxada para o lado. coloquei minhas mãos em sua cintura e puxei-a com violencia contra meu corpo. meu pau entrou e ela gemeu. ela estava quente, e toda molhada. tirei meu pau de dentro e outra vez coloquei-o com ainda mais força. agarrei seus cabelos com uma mão e a outra estava em sua cintura. ela gemia. gemia de uma forma tão gostosa o que me excitava ainda mais.
Eu batia em sua bunda e acariciava seus seios, eles eram volumosos e macios.
ela gemia como ninguem, transamos alí, de pé e encostados nas paredes vermelhas. nós gozamos ao mesmo tempo. foi bom e ao mesmo tempo pezaroso.
deitei na cama ainda arrumado, acendi outro cigarro enquanto tomava whisky, e ela se olhava no espelho do banheiro. alguns minutos depois ela se virou, me olhou e riu, mas eu sabia que ela ñao estava feliz. ela veio em minha direção. sentou-se na beira da cama e me pediu um cigarro. eu dei. ela acendeu e por alguns instantes me olhou com ternura. mas ñao havia felicidade. eu amo esta mulher. não sei explicar de que modo ...
ficamos em silencio. terminou seu cigarro, estendeu o braço pedindo a bebida, deu um trago e me devolveu . disse:
-é muito triste. te amar... sabendo que tú dá pras tuas putas o carinho que elas não merecem... é triste ...
pegar as migalhas delas sabendo que tu me ama.
Ela pegou um cigarro. acendeu. bebeu o whisky em uma tragada só.
deitou do meu lado completamente nua e me beijou. fiz carinho em suas costas e ela dormiu logo em seguida.
Fiquei por horas olhando-a deitada em meu peito, dormindo , observando sua beleza tão de perto. eu não queria dormir e acordar sem ela. medo de que talvez ela pudesse se cansar e ir embora. e foi o que ela fez em uma bela manhã de Dezembro. e dessa vez ela partiu sem dizer nada. Nas outras vezes ela pelo menos me pedia para morrer, mal sabe ela que se minha morte fosse faze-la realmente feliz. Eu morreria com prazer.
Estávamos à meia luz, dentro de um quarto de motel no centro da cidade, puxei a cadeira que estava solitária no canto da parede e sentei, acendi um cigarro. silencio se fez, pois só calado eu podia comtemplar aquela face chorosa, borrada e completamente linda. eu só conseguia pensar naqueles cabelos negros, tão escuros como imagino que um buraco negro seja, e eles puxavam meus olhos para aquela escuridão. seu corpo todo pedia por mim.
- Se voce quer tanto assim que eu morra... por que não faz isso com suas próprias mãos?
Ela revelou os olhos, até então escondidos por suas delicadas mãos. sorriu. correu com ódio até mim. Suas mãos vinham em direção ao meu pescoço e por impulso agarrei seus braços. ela se debateu. eu podia sentir sua raiva. seu corpo agora encostava no meu, quente, cheiroso, ela tinha um cheiro unico, maternal, do tipo que nunca se esquece.
Olhei brevemente seu rosto, a boca entreaberta mostrava os dentes, ela ría. uma risada maliciosa que se misturava às lagrimas escuras jorrando dos olhos.
Violentamente encoste-a na parede, ela olhava para baixo, depois olhou pra mim. olhou exatamente para minha alma.
Eu a beijei, e a coloquei de costas pra mim, o rosto contra a parede, segurando suas mãos juntas para traz, e ala me disse:
-Vai me bater agora? vai virar homem?
respondi:
-Não, vou fazer apenas o que voce merece!
Ela vestia um vestido curto, preto, era sexy. Acariciei seu dorço, como se acaricia um gato. Ela estava silenciosa, apreenciva. desci com a mão por suas costas, até encostar em sua bunda. apalpei com vontade. Levantei o vestido até que pudesse ver a brancura de suas costas, Continuei acariciando suas costas e a bunda com minha mão direita. Peguei as mãos dela, apertei como se não quizesse mais soltar, coloquei-as para cima junto com as minhas. eu encostava meu rosto em sua nuca, roçava a barba em seu percoço. e ela estava gostando. Com as mãos dela ainda contra a parede, levante ainda mais o vestido, fitei sua calcinha, esta era preta, rendada. afastei-a para o lado e passei minha mão entre suas nadegas.
Abri o ziper da minha calça. meu pau estava duro. coloquei-o para fora. a calcinha ainda estava puxada para o lado. coloquei minhas mãos em sua cintura e puxei-a com violencia contra meu corpo. meu pau entrou e ela gemeu. ela estava quente, e toda molhada. tirei meu pau de dentro e outra vez coloquei-o com ainda mais força. agarrei seus cabelos com uma mão e a outra estava em sua cintura. ela gemia. gemia de uma forma tão gostosa o que me excitava ainda mais.
Eu batia em sua bunda e acariciava seus seios, eles eram volumosos e macios.
ela gemia como ninguem, transamos alí, de pé e encostados nas paredes vermelhas. nós gozamos ao mesmo tempo. foi bom e ao mesmo tempo pezaroso.
deitei na cama ainda arrumado, acendi outro cigarro enquanto tomava whisky, e ela se olhava no espelho do banheiro. alguns minutos depois ela se virou, me olhou e riu, mas eu sabia que ela ñao estava feliz. ela veio em minha direção. sentou-se na beira da cama e me pediu um cigarro. eu dei. ela acendeu e por alguns instantes me olhou com ternura. mas ñao havia felicidade. eu amo esta mulher. não sei explicar de que modo ...
ficamos em silencio. terminou seu cigarro, estendeu o braço pedindo a bebida, deu um trago e me devolveu . disse:
-é muito triste. te amar... sabendo que tú dá pras tuas putas o carinho que elas não merecem... é triste ...
pegar as migalhas delas sabendo que tu me ama.
Ela pegou um cigarro. acendeu. bebeu o whisky em uma tragada só.
deitou do meu lado completamente nua e me beijou. fiz carinho em suas costas e ela dormiu logo em seguida.
Fiquei por horas olhando-a deitada em meu peito, dormindo , observando sua beleza tão de perto. eu não queria dormir e acordar sem ela. medo de que talvez ela pudesse se cansar e ir embora. e foi o que ela fez em uma bela manhã de Dezembro. e dessa vez ela partiu sem dizer nada. Nas outras vezes ela pelo menos me pedia para morrer, mal sabe ela que se minha morte fosse faze-la realmente feliz. Eu morreria com prazer.
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